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"DEUS me confiou um ANJO"

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Luto

Faço minha essas palavras:
De acordo com Elizabeth Kubler Ross, passamos por 5 estágios de luto quando estamos morrendo ou sofremos uma perda catastrófica.
Passamos pela negação. A perda é tão inconcebível que não acreditamos nela.
Ficamos bravo com todo mundo, bravos com os sobreviventes, bravos conosco, e então barganhamos.
Nós suplicamos, imploramos, oferecemos tudo o que temos, oferecemos nossas almas, em troca de apenas mais um dia.
Quando a barganha falha, e a raiva é demais para persistir, ficamos deprimidos e desesperados, até que finalmente aceitamos que todo o possível foi feito, e desistimos.
Desistimos e tentamos aceitar.
O dicionário define luto como um sofrimento mental ou stress por aplicação ou perda. Sofrimento agudo. Arrependimento doloroso.
Mas na vida, definições estritas raramente são válidas. Na vida, o luto pode ser várias coisas que atenuem o sofrimento.
Luto pode ser algo que todos temos em comum, mas parece diferente em todos.
Não é só pela morte que temos que sofrer, é pela vida, pelas perdas, pelas mudanças. E quando imaginamos por que algumas vezes é tão ruim, por que dói tanto, temos que nos lembrar que pode mudar instantaneamente.
É assim que se permanece vivo. Quando dói tanto que não se pode respirar, é assim que você sobrevive.
O luto vem em seu próprio tempo para todos. A sua própria maneira. O melhor que podemos fazer é tentar ser honesto.
A parte ruim, a pior parte do luto, é que não se pode controlá-lo. O melhor que podemos fazer é tentar nos permitir senti-lo quando ele vem. E deixar para lá quando podemos.
A pior parte é que no momento que acha que o superou, começa tudo de novo.
E sempre, toda vez ele tira o seu fôlego.
Há cinco estágios de luto.
São diferentes em todos nós, mas sempre há cinco:
Negação
Raiva
Barganha
Depressão
Aceitação

Estamos aprendendo dia-a-dia como conviver sem a presença física. Não é nada fácil.... mas por ele fazemos tudo.

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